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Formação em outra área amplia visão do negócio

Formação em outra área amplia visão do negócio

Formação em outra área amplia visão do negócio

Formação em outra área amplia

visão do negócio

 

Por Edson Valente | De São Paulo

Se na hora de prestar vestibular e escolher qual carreira seguir existe uma divisão clara entre as áreas de exatas, humanas e biológicas, no mercado de trabalho atual conseguir transitar entre especialidades diversas é uma vantagem competitiva para executivos, sobretudo em um cenário econômico em que as oportunidades estão mais restritas.

Profissionais com boa capacidade analítica, por exemplo, têm ocupado vagas em áreas que originalmente concentram pessoas de humanidades, como os engenheiros que são cada vez mais frequentes no comando de departamentos de recursos humanos.

Não se trata de substituir alguém com capacidade de avaliação mais voltada para aspectos emocionais e psicológicos, e sim complementar esse tipo de visão com um olhar mais frio e objetivo. O caminho contrário também ganha força. Atividades antes estritamente técnicas como as do setor de tecnologia agora exigem outras habilidades, que não são aprendidas nos cursos.

Finanças e marketing também têm multiplicado seus pontos de intersecção, uma vez que o caráter analítico da formação no campo financeiro é bastante útil para quem necessita de uma abordagem estatística de seu público-alvo. Outro movimento que tem se tornado comum, é o da migração da área de vendas para a de marketing. Nesse caso, a vantagem é que o profissional, ao atuar na linha de frente da comercialização de produtos ou serviços, passa a ter uma visão mais ampla do perfil do consumidor e a entendê-lo melhor  o que se traduz em competência na hora de trabalhar estratégias mercadológicas.

Contudo, há ocasiões em que desenvolver um perfil híbrido é uma necessidade específica da companhia, que leva o profissional a adquirir competências que o credenciem a atuar em áreas diversas.

Desse modo, é essencial que os funcionários tenham interesses que não sejam apenas os de suas profissões. Os gestores das corporações, porém, não podem perder de vista os pontos fortes de seus talentos ao promover mudanças.

É uma oportunidade de desenvolver competências de liderança, mais que se aprofundar em especificidades técnicas.

Fonte: Revista Valor Econômico.com.br  

 

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